responsabilidade imediatamente.
“O Estado Islâmico só apareceu nessa região no final de 2014. O ataque provavelmente marca apenas o início de suas atividades. Significa que Moscou deve se preparar e encontrar medidas de proteção o mais rápido possível”, alerta um dos analistas de perseguição que explica: “O Daguestão e a Chechênia são duas repúblicas vizinhas do sul da Rússia, que se caracterizam por um tipo muito conservador e radical do islã. Os cristãos que vivem nessas áreas, especialmente os que abandonaram o islamismo, sofrerão uma grande pressão para negar sua fé e voltar ao islã ou ir embora”.
Embora a Rússia não esteja na lista dos 50 países que mais perseguem os cristãos, ela está em 57º lugar. Lá, por enquanto, o problema é outro, há conflito entre os próprios cristãos e disputa de denominações, ocasião em que os cristãos ortodoxos se mostram cada vez mais agressivos. Por outro lado, o governo está se tornando cada vez mais nacionalista e preconceituoso. Sob a presidência de Wladimir Putin, ex-agente do Comité de Segurança do Estado, as restrições ao cristianismo e à igreja cristã são cada vez mais introduzidas na legislação. O governo autoritário continua a restringir a liberdade de expressão, reunião, religião e de outros direitos humanos. Interceda pelos cristãos russos.
Fonte: Portas Abertas












































