dezembro do ano passado. “Este é um lembrete muito claro de que a perseguição religiosa é algo muito mais ampla do que tudo o que somos capazes de mostrar através da Classificação da Perseguição Religiosa”, disse um dos analistas.
Ele também alerta que, nas Filipinas, a situação realmente vai continuar difícil durante o ano de 2016. “Não é só por causa da situação política do país ou das eleições presidenciais, mas por que as minorias muçulmanas estão conquistando sua autonomia a cada dia, principalmente no sul. Há também a presença dos grupos radicais aqui e alguns estão ligados ao Estado Islâmico, e como todos eles compartilham da mesma ideologia, tudo indica que vão aterrorizar os cristãos que vivem nessa região”, comenta.
Líderes cristãos que atuam nas pequenas aldeias já são ameaçados, e por que pregam o evangelho são mal vistos pelos muçulmanos. “Eles me disseram, um dia, que o Deus de Israel é inimigo deles. Então, cavaram um buraco e disseram que eu morreria. Todos nós oramos muito e eu disse a eles, que eu morreria se Jesus assim quisesse. Mas, eles mudaram de ideia depois, e minha vida foi poupada. Eu sei que Deus agiu a meu favor”, conta um dos líderes perseguidos. Atualmente, o cristão e sua família vivem em outro local, mas continuam evangelizando em Mindanao. “O incidente me ensinou a não temer a morte e eu vi o poder de Deus. Jesus me livrou e fez de mim um homem mais ousado para servi-lo”, conclui o líder.
Fonte: Portas abertas












































