O Orgulho Retarda as Bençãos ???

2 Reis 5.1,6,9, – 11,13,14.

1-    E Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos siros: e era este varão homem valoroso porém leproso.
6- E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logho, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o restaures da sua lepra.

9- Veio pois Naamã com os seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu.
10- Então Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado.
11- Porém Naamã muito se indignou, e se foi dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, por-se-á em pé, e invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso

.
13- Então chegaram-se a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se o profeta te dissera alguma grande cousa, porventura não a farias? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado.

14- Então desceu, e mergulhou no ordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus: e a sua carne tornou, como a carne de um menino, e ficou purificado.

Comentário:
As Escrituras podem ser comparadas a um espelho. Se desejamos verificar se tudo está bem conosco, a solução é mirar-nos nos bons exemplos que ela nos traz.
Colocar-nos diante das Escrituras nos permite detectar onde residem as imperfeições e procurar desfaze-las.
Desta forma, cada cristão poderá observar os sentimentos e os pensamentos
Que estão em desacordo com os ensinos bíblicos e procurar libertar-se dos mesmos. A Palavra é o ensino de Deus para o homem viver bem.

Vamos falar sobre o ORGULHO- O orgulho, em algumas situações, pode ser considerado como um sentimento de dignidade, de auto-confiança pessoal, brio, altivez quando esse é vivido em um grau de satisfação e felicidade por algo conquistado.
O orgulho que é considerado pecaminoso pela Bíblia, ou melhor, pelo próprio Deus é o que traduz o conceito elevado ou exagerado de si próprio; o amor próprio em demasia que leva à soberba, isto é, um orgulho exagerado; também considerado como arrogância, insolência, brutalidade.

Pode ser entendido ainda como senso de superioridade pessoal, altivez de espírito, presunção, menosprezo pelo próximo.
No entanto, é fundamental que o homem considere-se a si mesmo.
Quando Jesus ensinou acerca dos mandamentos, fez uma observação a esse respeito, quando disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:39).

Se alguém não se considera  não tem condições para considerar outrem.
Ninguém deve chegar aos extremos, porque são perigosos.
O oposto ao orgulho e à soberba é o complexo de inferioridade.
Neste caso, a pessoa se considera a pior de todas, sempre se coloca em posição inferior, achando-se incapaz, indigna, sem valor, sem as mínimas condições, por isso toma-se um ser derrotado.

Se alguém se considera como nada diante de Deus, isto significa humildade. È uma posição correta.
Ao olhar para si mesmo, o cristão deve perceber o seu valor, considerando a sua posição de filho de Deus (Jô 1.12), templo do Espírito Santo (1 Co 6.19), co-herdeiro com Cristo (Gl 4.7: Rm 8.17).
Não é errado alguém reconhecer o seu valor, conhecendo também suas limitações e os privilégios que Deus lhe concede.
Isso é elevar a auto-estima para melhor servir ao Senhor. Não tem nada com orgulho nem com soberba.
Sabe um exemplo muito expressivo disso é: Os espias de Israel podem ser citados como exemplo desses casos.(Nm 13.17-33).

Após espiarem a terra, os homens voltaram para apresentar um relatório do que viram.
Dez deles relataram coisas espantosas vistas na terra e se consideraram como gafanhotos diante dos gigantes que lá habitavam. Foram tomados por um complexo de inferioridade tal, que influenciou todo povo a murmurar contra Moisés(Nm 14: 1-4).

Porém, os outros dois espias não se deixaram abater por tal sentimento e demonstraram confiança no Senhor (Nm 14: 6-10), Investiram-se da sua posição de líder e animaram Moisés a prosseguir.
Cada cristão precisa saber se colocar na sua posição correta.

Outro exemplo é o do apóstolo Paulo quando foi preso e açoitado com seu companheiro Silas (At. 16:37-40). Ele exigiu o uso dos seus direitos de cidadão romano e só saiu da cidade quando achou que era tempo.
Isso não é orgulho nem soberba. È usar suas prerrogativas e não sentir-se inferiorizado.
Você sabe como a Bíblia considera o orgulho.

O orgulho é um pecado (Pv 21.4): ele origina-se no desejo de poder e de autoridade que nasce no coração da pessoa (Lv 26: 19): ele desencadeia situações que provocam a queda do homem (Pv 16.18); é uma maneira de insultar alguém (Lc 23.11), é uma atitude errônea que quem expressa justiça própria (Lc 18.11,12); sai do coração do homem e é contaminador como outros tantos pecados (Mc 7:20,23) e ainda mais, serve de obstáculo às operações divinas (Sl 10.4; Os 7.10).
A falta de conhecimento de Deus torna o homem soberbo, o que o leva à condenação do diabo (1TM 3.6)
A ministração também serve de base para destacar a atitude de um homem orgulhoso por seus feitos e sua posição privilegiada, que teve de reconhecer a sua inferioridade diante de Deus Todo-Poderoso que diante de Deus Todo-Poderoso que opera maravilhas quando o homem se dobra humilhado.

Vamos relatar as duas faces da vida de Naamã.

Naamã era comandante do exército da Síria, a nação mais poderosa daquela época, que exercia domínio sobre todos os povos.
Era prestigiado pelo rei que o tinha em alta estima por seus grandes feitos de guerra (2 Rs 5.1).
Só que ele não reconhecia que fora o Senhor que o havia usado como instrumento para tais ocasiões. Estava acostumado a dar ordens e ser obedecido, a ter sobre seu comando um grande exército

.
Consagrou-se herói e vivia rodeado de pompa e ostentação, regalias e privilégios. Era querido e respeitado pelo povo.
Em contrapartida, a se julgar pelo seu estado clínico, havia motivos para ele não ser um homem feliz e totalmente realizado.
Mesmo com aquela aparência altiva de um honrado militar, seu estado de saúde era precário.

 

Escondidas pela pomposa farda de comandante, as feridas da horrível doença, a lepra privava-o de usufruir muitas das vantagens que o título lhe conferia. Era obrigado a viver arredio, fugindo do convívio da sociedade. Precisava isolar-se constantemente para que o mal não chegasse ao conhecimento do povo.

Os leprosos eram desprezados e até expulsos do convívio da família e passavam a viver o contágio.
Certam
ente, Naamã pensava no horrível futuro que o esperava.
À medida que a doença progredia, a  situação tornava-se mais constrangedora.

Imagine-se um herói nacional fadado a viver num isolamento, separado de tudo e de todos. Que situação humilhante!
Como Deus entrou com a providência? Vistoriando sobre Israel, as tropas da Síria, comandadas por Naamã levaram, como era costume, alguns prisioneiros de guerra para se tornarem escravos em sua terra.

Dentre os presos, levaram uma menina que foi servir na casa do próiprio Naamã (v.2)
Na convivência com a família, a menina foi tomando conhecimento do grande mal existente.
Presenciando o sofrimento daquele homem tão poderoso, mas que não podia nem aproximar-se dos ente queridos, abraçar a esposa e os filhos, pois, todos evitavam o contato, mantendo distância pelo risco do contágio, ela compadeceu-se dele e falou a respeito do profeta, com sua senhora (v.3).

Naamã ao tomar conhecimento foi também incentivado a tentar mais essa oportunidade. Por certo, já havia tentado muitos outros  meios, mas tudo em vão.

O orgulho de Naamã não lhe permitiu conversar com sua criadinha a fim de lhe pedir maiores informações.
Apressou-se em ir ao palácio falar com o rei, que também decidiu dirigir-se ao rei de Israel, através de uma carta, relatando-lhe o motivo da visita do general.

Não vamos mais entrar em detalhes que o fato oferece . Mas o certo é que o orgulhoso Naamã desconheceu o que a menina havia dito sobre o profeta, o homem de Deus. Chegando a Samaria, procurou o rei no seu palácio.
O rei ficou desesperado ao ler a carta que exigia a cura do general. Mas a notícia chegou ao profeta, que mandou um recado ao palácio a fim de acalmar o monarca (v.8).

Em vista disso, o rei acalmou-se e enviou Naamã à casa do homem de Deus.
Como lidar com o orgulho ferido?
Pensando que ia ser recebido com honrarias e muita pompa, qual não foi a surpresa de Naamã ao receber o recado de Eliseu, que nem se dignou ir atende-lo, enviando apenas  uma ordem por um de seus serviçais.

Naamã, muito irritado, sentiu-se humilhado ao ser atendido à porta da casa do profeta.
Banhar-se nas águas sujas de um rio de Israel? Jamais (vv.11,12).
Ferido no seu orgulho, na sua soberba, nunca se exporia daquela forma. Certamente todos os moradores da cidade viriam  curiossos apreciar aquela cena.

Um poderosos general, despojado do seu uniforme e das condecorações, somente usando roupas íntimas, banhando-se naquele rio pardo, lodento. Isso nunca.
Esse é pois o maior desafio de Deus: Levar o homem a despir-se de sua soberba e humilhar-se para ser curado dos seus males.

Naamã havia desistido de acatar a idéia e a orientação do homem de Deus e propôs-se a voltar para sua terra.
Enquanto o homem luta confiando nas suas próprias forças e no seu orgulho, está retardando a chegada das bênçãos divinas.
Qual foi o erro de Naamã e conseqüentemente hoje também costuma ser o nosso erro tambem?
Desde que ouviu a sugestão dada por sua escrava judia, Naamã animou-se a receber a cura dada por Deus, mas por seus próprios caminhos, conforme a sua maneira. Por essa razão, cometeu vários equívocos.
Um deles é procurar a pessoa errada.

Em vez de sair rapidamente à procura do homem de Deus, o general preferiu dirigir-se ao seu rei, que, de Deus, nada entendia.
Muitos, da mesma forma, buscam primeiro o socorro do homem, deixando o caminho certo para encontrar-se com Aquele que tudo pode (Mt 28.18b).
Saindo de “uma porta errada!” (o palácio do rei da Síria), foi bater em outra errada, da mesma forma (o palácio do rei de Israel).
Certamente, ele pensava que tratando de igual para igual, Deus o curaria. Por que, então, ir em busca de um homem do povo?

As vezes pensamos em pagar pela cura ou qualquer benefício que  Deus nos faz, e com Naamã não foi diferente.
Acostumado a pagar todos os favores recebidos para, orgulhosamente, não dever favores a ninguém, Naamã preveniu-se com uma boa oferta que julgou suficiente para pagar o bem que iria receber.

Nenhum esforço humano, dinheiro, jóias ou prataria, nada há que pague os benefícios recebidos de Deus.
As vezes tentamos esconde o mal, porem Deus está atento em todos os momentos de nossa vida.
Naamã fez questão de levar também dez mudas de roupas especiais, que poderiam encobrir as suas feridas.
Chegaram, então, ali em Samaria bem adornado, para ninguém prestar atenção ou mesmo observar as marcas da enfermidade.

O homem é assim  mesmo. Procura meios de esconder os ferimentos tanto do corpo como  da alma. Não foi assim também que aconteceu com Adão e Eva? (Gn 3.7,8).

As vezes estamos esperando honrarias. Mas toda honra e toda glória é dada ao Senhor Deus.
O ilustre general sírio decepcionou-se ao chegar em Samaria a ser convidado a dirigir-se à uma casa comum do povoado.
Mais irritado ainda, quando parou com sua comitiva, e a porta entreabriu-se, aparecendo um criado para atende-lo com uma mensagem.

Eliseu nem sequer foi atende-lo para prestar-lhe as devidas honras (vv. 9,10). Seu orgulho estava ferido.
O profeta, por sua vez, não se impressionou com a chegada do general e sua comitiva. Não fez do acontecimento uma festa para recepcionar um homem tão ilustre

.
Certamente, muitos crentes em nossos dias se orgulhariam com tal visita.
Eliseu, porém, preocupou-se em que o milagre acontecesse na vida daquele pobre homem rico.
As vezes queremos a benção, mas ao nosso modo, e ele também queria a cura ao seu modo.
Tão soberbo era Naamã que se atreveu a questionar a maneira pela qual Deus deveria agir (vv.11,12).

Muito indignado, então, resolveu retornar porque a cura não aconteceu como ele achava que deveria acontecer.
E ainda menosprezou a forma pela qual o profeta, revelado por Deus, lhe havia proposto.
Depois de tudo ele verdadeiramente considerou o certo.

Naamã, dominado pelo orgulho, ordenou à comitiva que retornasse à Síria.
Não fossem os seus servos, que na verdade, eram verdadeiros amigos que o aconselharam a obedecer a ordens tão simples que era banhar-se no rio Jordão por sete vezes, ele teria perdido a bênção da cura.

Eles bem conheciam a reputação do seu comandante, homem valoroso e destemido, que por muitas vezes havia arriscado a vida em executar missões difíceis, por certo não seria difícil banhar-se naquele rio pardacento.
Após a nossa obediência a Deus, aí é que vem o resultado positivo.

O orgulho foi dissipado. A soberba foi extinta. Naamã desceu às águas barrentas do Jordão e por sete vezes banhou-se certamente sob o olhar curioso de muitos.

E Deus foi exaltado pelo próprio general que, agora, reconhecia o poder miraculoso do Deus de Israel (v.17).
Os resultados do orgulho são sempre dramáticos (Pv.29.23).

Existem três principais aspectos que levam o homem a um estado de soberba, que é o orgu
lho exagerado.
Vamos ver uma característica muito especial deste orgulho.

Temos, na Bíblia, um exemplo bem expressivo, quando à referência que Deus fez acerca de Lúcifer (Ez 28.12).
Ele era o padrão de beleza e sabedoria.

O “ Aferidor de medidas”. A partir dele é que se tem idéia do nível ou grau de beleza e de sabedoria.
Em conseqüência do orgulho e soberba da sua beleza e sabedoria ele foi levado à queda.

Existem pessoas muito orgulhosas porque são mais inteligentes do que a média. Outras, da mesma forma orgulhosas, porque são belas.

Possuem um rosto bem formado, cabelos sedosos etc. Então, enchem-se de soberba e passam a desprezar as demais pessoas.

Outro aspecto que enchia Lúcifer de soberba era o poder que exercia. Ele era uma classe única (Ez 28.14). “ Querubim ungido” (no siongular).

Assim como o Arcanjo Miguel, são classes únicas que estão em posição altíssima.
As vezes, as pessoas são muito simples, muito humildes; mas se galgam uma posição de poder, tornam-se orgulhosas e soberbas.

O poder gera o orgulho um muitos, por isso, são corrompidos (Pv 11.2).
O que acontece quando temos o coração nas riquezas.

Riqueza pode ser considerada a posse de bens de qualquer espécie: dinheiroi, negócios, casa, carros, jóias etc.
O próprio Jesus falou acerca desse tipo de pessoa (Mt 19.23,24).
Isso porque a situação privilegiada torna o rico orgulhoso.
Existem também aqueles que não podem receber elogios porque se tornam orgulhosos pensando que são os melhores.
Você sabe porque Deus Abomina a soberba?

•    Porque, quando o homem é dominado pela soberba, ele fica parecido com o Diabo (Pv.6:16,17).
•    Porque é uma tentativa de o homem dizer que não precisa de Deus (Lc 12.17-21). Ele é auto-suficiente para resolver todas as coisas;
•    Porque Deus conhece quem é o homem, suas limitações e fraquezas. Sabe que o homem é como o pó (Sl 90.9 – 104.27-29).
•    A soberba é uma demonstração real, concreta e visível do laço com o mundo e da inimizade contra Deus (1 Jo.2.15; Tg. 4.4);
•    Porque no orgulho e na soberba do homem, Deus não ´[e glorificado (Is 42.8)
•    A soberba é uma tentativa da deidade do homem (Gn 11.4).

Deus abateu Satanás por sua insignificância diante dEle  quando quis comparar-se a Ele.
A Exaltação pertence a Deus.
È Deus quem exalta ou quem humilha alguém, segundo a sua vontade (Sl 113.5-9).
Ele exaltou Mardoqueu (Et 8.2); Exaltou o pastorzinho Davi (Sl 78.70).
Ele honrou a Ana abrindo a sua madre (1Sm 1.2,20) e também a Sara, que, avançada em idade, deu à  luz um filho (Gn 21. 1,2).

Muitos crentes têm perdido benção porque não dão o devido lugar a Deus, pensando que, por suas próprias possibilidades, alcançaram o que possuem.
È bom deixar o orgulho e aguardar que o Senhor nos exalte.
Devemos sempre deixar claro que toda a glória pertence a Deus.

O homem não tem do que gloriar-se, porque toda glória deve ser atribuída ao Senhor (2 Co 10.17,18).
O orgulho tem levado muitos crentes à ruína, porque não glorificam a Deus.
Deus não negocia, não cede, não divide a Sua Glória.

Ele é digno de toda honra, glória e adoração (Jr.9,23,24).
O crente deve gloriar-se em conhecer o Senhor. E não cessar de adora-lo, reconhecendo a sua pequenez, humilhando-se e exaltando o Senhor.

Davi era o homem segundo o coração de Deus, porque era um adorador por excelência (1 Cr 29.11-15).
Cada cristão deve reconhecer, como Davi, que tudo provém de Deus. A vida, a saúde, os bens, o trabalho, tudo o que é feito, o que é realizado é pela permissão de Deus. Por tal razão, o orgulho, a soberba, a vanglória não devem ter lugar no coração dos filhos de Deus, porque só Ele é digno. A Ele toda a glória. Ele seja exaltado para sempre!!!
Para concluir:

A soberba surge no coração do homem (PV 4.23).
O cristão deve entregar seu coração ao Senhor a fim de que seja guardado do pecado. Dar lugar apenas a Ele, amando-o e servindo-o conforme o mandamento de Deus em (Mt 22:37).
Se, porém, a soberba, ou o orgulho nascerem no coração de alguém, é necessário orar para Deus liberta-lo desses sentimentos (Fp 4.7) e submeter os seus pensamentos à vontade de Deus (2 Co 10.4,5).
Conselho: Faça um exame introspectivo e procure se, porventura, existe algo em seu coração ligado à soberba ou ao orgulho que esteja retardando as bênçãos para a sua vida.
Se for o caso, peça ajuda em oração aos irmãos.
Que Deus abençoe a todos grandemente. Amém.

Irmã Solange Laranjeira
Graça e Paz

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