Janata Party – Partido Popular Indiano), que se declara ideologicamente “nacionalista hindu” e que cuida para que não haja mistura de religiões, mesmo declarando-se como “defensor da linha secular”.
Ultimamente, muitos grupos extremistas têm realizado ataques cada vez mais violentos contra os cristãos. Em julho, dezenas de fundamentalistas hindus assaltaram o estudante universitário, Umesh Patel, seu pai, Sudhama Patel, e um amigo da família, Kiran Vishwakarma, no distrito de Dhamtari, no Estado de Chhattisgarh. Os três foram agredidos por serem cristãos e tiveram que ser hospitalizados. Umesh já havia sido preso seis meses antes pelo crime de “distribuição de Bíblias”, enquadrado na “lei anti-conversão”, que visa impedir o proselitismo na Índia.
Também em julho, uma menina cristã de 14 anos de idade foi violentada e assassinada por extremistas hindus. Seu corpo foi encontrado em uma floresta perto da aldeia Jattarbeda, no distrito de Kondagaon, também no estado de Chhattisgarh. Suspeita-se que o ataque foi uma vingança porque a família, que havia sido convertida há apenas 18 dias antes do ataque, se negou a abandonar o cristianismo. Dois líderes cristãos também foram torturados e presos; o Tribunal de Justiça não lhes deu a opção de pagamento de fiança. Rampal Kori tem 38 anos e Nad Lal, 49. Eles foram arrastados para fora da igreja, no distrito de Rewa, e depois amarrados a uma árvore e agredidos pelos extremistas. Os policiais chegaram pela manhã e os levaram presos, acusados de “ferir os sentimentos religiosos hindus”. Ambos foram libertados no final do mês de julho.
Fonte: Portas abertas












































