dia 15 de novembro de 2017, de acordo com a própria ONU.
Há milhares de cristãos deslocados, muitas propriedades foram destruídas e famílias inteiras tiveram que fugir de suas aldeias para viver em campos de refugiados. Embora o país tenha a maioria de sua população cristã, o grau de pressão sobre os cristãos é surpreendente. Evangelizar continua sendo uma missão muito arriscada, mas a igreja continua perseverando e os fieis não desistiram de compartilhar o amor de Cristo com os muçulmanos.
Durante os cultos que são realizados com bastante cautela, os cristãos clamam para que não haja uma retomada dos conflitos entre o Norte e o Sul do país, pois isso causaria um grande impacto de violência contra a igreja que ainda está em fase de reconstrução e desenvolvimento, assim como todo o país. Além disso, o bom relacionamento do presidente com os líderes religiosos internacionais parece um bom sinal para os cristãos que são perseguidos e atacados.
Fonte: Portas abertas












































