atingido, na cidade de Kismayo.
No mês de março, as forças aéreas dos Estados Unidos já haviam realizado outros ataques contra a Somália, matando cerca de 150 combatentes do al-Shabbab, segundo notícias do The Guardian. “Esse grupo extremista islâmico já cometeu muitas atrocidades nesse país, especialmente contra os cristãos, que é o principal alvo deles. Além disso, ele se espalhou também por Uganda e Quênia. A matança dos 147 estudantes da Universidade de Garissa, em abril de 2015, continua a ser uma das piores maldades que eles já cometeram. A derrota desse grupo seria o maior alívio para os cristãos que continuam a ser perseguidos de todas as formas, tanto na Somália quanto nos países vizinhos”, comenta um dos analistas de perseguição.
A Somália está na 7ª colocação da atual Classificação da Perseguição Religiosa e está numa região muito violenta, onde os cristãos são discriminados e excluídos. O islã é a religião oficial do Estado, o país é governado pela sharia (lei islâmica) e a conversão a qualquer outra religião é considerada ilegal. No caso do cristianismo, a simples suspeita de que um cidadão esteja frequentando reuniões que exaltam o nome de Jesus Cristo, é considerada um crime grave e os suspeitos são mortos assim que descobertos. Estima-se que cerca de 1% da população seja cristã. Em suas orações, lembre-se deles e peça a Deus para que lhes dê força e coragem para que permaneçam firmes na fé.
Fonte: Portas abertas












































