também existe a presença de vários em sua terra. Relatórios da Portas Abertas mostram que muitos cidadãos na rua se recusaram a responder as perguntas feitas pelo France 24.
“Devemos analisar essas declarações com muita cautela. É verdade que o governo eritreu já está ciente de que não poderá continuar assim para sempre. A ONU já informou que uma média de 5 mil pessoas está deixando o país, todos os meses, por conta da repressão e violação dos direitos humanos”, comenta um dos analistas de perseguição. Por conta desse histórico, agora a liderança do país tenta embarcar em uma missão de “relações públicas”, praticamente de fachada, para salvar a reputação do país. “É muito contraditório observar que jornalistas estrangeiros estão livres para visitar o país, realizar suas reportagens, enquanto os jornalistas eritreus estão definhando nas prisões”, diz o analista.
Pelo nível de perseguição religiosa que os cristãos enfrentam, dá para se ter uma ideia de como as coisas funcionam na Eritreia, que está no topo da atual Classificação da Perseguição Religiosa, ocupando o 3º lugar. Também conhecida como a “Coreia do Norte da África”, a nação é um dos lugares mais restritos em termos de liberdade de religião e de imprensa. O governo autoritário e intolerante já fechou todas as igrejas cristãs logo depois de uma lei que foi lançada em 2002, mas o número de cristãos continua crescendo secretamente e por meio de igrejas subterrâneas. Há milhares de cristãos presos por causa de sua fé, mantidos em condições desumanas, em contêineres de metal, outros foram torturados até a morte. A igreja na Eritreia está vivendo a pior perseguição religiosa de toda a sua história. Em suas orações, interceda por eles.
FOnte: France 24












































